A crise invisível.
O Brasil registrou o maior número da história de afastamentos por transtornos mentais. Por trás dos números, uma epidemia silenciosa que já afeta pessoas, famílias e empresas em todo o país.
O que os dados de 2025 revelam.
Ansiedade e depressão lideram as concessões de benefícios previdenciários — e o custo humano e financeiro cresce a cada ano.
Fonte: INSS · Boletim Estatístico da Previdência Social 2025
Saúde mental em números de negócio.
O custo do afastamento é apenas a ponta do iceberg. Presenteísmo, turnover e queda de produtividade compõem uma conta silenciosa que corrói o resultado das empresas.
Investir em saúde mental significa investir em pessoas, comunidades e economias — investimento que nenhum país pode se dar ao luxo de negligenciar.
O retorno é dado público.
OMS, Deloitte e Harvard convergem: cuidar de saúde mental no trabalho retorna múltiplas vezes — em produtividade, retenção e redução de passivos.
A diferença entre não fazer e agir.
O maior custo dos riscos psicossociais não está no que a empresa vê. Está no que ela perde todos os dias sem perceber.
